UM HINO AO AMOR

A força da voz impõe-se para lá da tibieza e fragilidade físicas, que a levam a desmaiar mesmo no palco. La Môme, como era conhecida, nunca desiste, porém, nem de cantar nem de amar. "La Vie en Rose" e "Non, je ne regrette rien" são dos maiores sucessos musicais desta cantora francesa cujo túmulo em Paris, no Cemitério Père-Lachaise, é dos mais visitados pelos turistas do mundo inteiro.

La Vie en Rose é também o nome do eterno musical,  em exibição na Biblioteca Escolar nesta 2ªf., que retrata a vida de Edith PIAF, a diva que muito sofreu desde a infância até à morte, numa vida bastante acidentada, tornando-se uma vedeta da canção francesa, tão amada pelo público como desamada pelos que a geraram (os pais abandonaram-na em criança) e a rodearam, pois a sua vida amorosa foi, também ela, conturbada.
Uma personalidade forte, uma voz imortal, num corpo frágil. PIAF (que significa pardal) tornou-se, afinal, uma referência da música francesa e um hino ao amor.