A IDEIA DE EUROPA

Este é um ensaio de Georges Steiner que nos traz à memória os cafés, locais de cultura, de conspirações, de debate e mexericos, de encontro entre tantas personalidades que, de Lisboa a Copenhaga, passando por Paris ou Palermo, foram desenhando uma cartografia humana que nos identifica e sedimenta como europeus. Também as ruas, ao contrário das americanas, celebram nomes de “estadistas, figuras militares, poetas, artistas, cientistas e filósofos”. A toponímia está, pois, eivada de significado, um significado que é bom lembrar, para que acreditemos, como o autor, que “o sonho pode, e deve, ser sonhado novamente”.